5 dicas para começar e otimizar o planejamento financeiro na sua igreja

A gestão financeira é um dos aspectos mais importantes e delicados da administração de uma igreja. Um mau gerenciamento dos recursos preparados por Deus pode impedir uma congregação de crescer, ou até mesmo impossibilitar que se mantenha de forma adequada. E como em todas as outras áreas da igreja, é necessário que exista um planejamento também na gestão de financeiro. 

O planejamento financeiro facilita o entendimento da realidade da igreja, ajudando a acompanhar os recursos que entram e saem, o que está disponível para ser investido, e quais os períodos com mais gastos e contribuições. Tendo esse panorama, a igreja consegue planejar ações a longo prazo, criar metas e colocar projetos em prática. 

Essa organização pode ser trabalhosa no início, mas o resultado é uma mudança positiva na forma como a igreja lida com as finanças. 

Neste artigo, vamos te ajudar a dar os primeiros passos para otimizar ou iniciar um planejamento financeiro que ajude sua igreja a alcançar os resultados que deseja. Confira! 

Dica 1: Escolha o responsável pelas finanças. 

Em congregações pequenas, é comum que o pastor também cuide das finanças e da gestão administrativa da igreja. Porém, o ideal é que essa área tenha pelo menos um voluntário ou um funcionário para cuidar especialmente disso.

O financeiro é uma área delicada, pois gerir os recursos da igreja é algo desafiador e que merece muita atenção. Um pastor atarefado pode não conseguir dedicar o tempo necessário para isso, ou acabar deixando de lado outras responsabilidades para atender a gestão financeira. 

A liderança deve selecionar alguém de confiança e com os conhecimentos fundamentais para atender essa área com o cuidado e dedicação que o financeiro necessita. 

Dica 2: Tenha um fluxo de caixa sempre atualizado e detalhado 

O fluxo de caixa nada mais é do que uma relação de todos os recursos que entram e saem. É uma ferramenta simples mas que pode ajudar muito a igreja a enxergar um panorama da sua situação financeira.

Para fazer o fluxo de caixa, é preciso levar em consideração o saldo inicial, as receitas (entradas), as despesas (saídas), e o saldo final. Tendo isso, é fácil definir quais são as entradas e saídas fixas da igreja, um passo fundamental para a gestão financeira de qualquer instituição. 

Atualizar esses dados com a maior frequência possível deve ser um hábito. Sem isso, é impossível fazer um planejamento financeiro. Igrejas que não fazem o fluxo de caixa, ou que não o atualizam, não tem uma perspectiva de como serão seus gastos futuros, não conseguem se planejar para grandes projetos e não tem uma segurança para evitar possíveis problemas financeiros.

Tendo essas informações sempre atualizadas, é possível compreender com clareza se sua igreja precisa de mais arrecadação, ou se a situação é propícia para novos investimentos. 

Dica 3: Faça um orçamento mensal e anual. 

Baseado nos períodos anteriores, a igreja deve fazer uma definição de quanto espera receber e gastar nos meses futuros. É importante que, além de uma previsão de acordo com os dados já analisados, essa definição compreenda necessidades e desejos da igreja. Por exemplo: se em um mês houve um gasto maior do que o planejado, o ideal é que o orçamento para o próximo seja mais restritivo, para que a congregação não tenha dificuldades em pagar as contas. Da mesma forma, se há recursos sobrando, é possível planejar investimentos maiores para o próximo período. 

É essencial também definir o quanto se deseja gastar com diferentes áreas da igreja. Os recursos destinados para a manutenção e contas fixas jamais devem ser utilizados para investir em novos projetos ou melhorias que não sejam essenciais. Cada tipo de investimento deve ter seu próprio orçamento. 

Dica 4: Conte com recursos tecnológicos

Nos últimos anos, a tecnologia se tornou uma grande aliada das igrejas, e não deve ser diferente com o planejamento financeiro. 

Utilizando um software específico para isso, a igreja consegue automatizar diversos processos, tornando o trabalho mais eficiente mesmo com uma equipe pequena. Além disso, as informações ficam centralizadas em um só lugar acessível por toda a equipe, sem precisar depender de diversas planilhas e documentos. O benefício mais importante de utilizar recursos tecnológicos no planejamento financeiro é ter a informação real, já que usar uma plataforma diminui muito as chances de erro humano. 

Dica 5: Envolva a liderança da igreja no planejamento. 

O objetivo do setor financeiro da igreja é possibilitar que os diversos ministérios façam seu trabalho e cumpram seu propósito da melhor maneira possível, de acordo com os recursos disponíveis. Para isso, é indispensável que os pastores e os líderes de cada ministério estejam cientes da situação financeira da igreja. 

O planejamento financeiro deve incluir orçamentos específicos para cada área da igreja, portanto os líderes e os responsáveis pelas finanças precisam realizar essas definições em conjunto. Isso não quer dizer que eles devem estar envolvidos nos pormenores, mas sim que devem estar sempre bem informados. Assim, os ministérios também entendem quando é um bom momento para investimentos grandes, novos projetos e eventos, e quando a igreja deve poupar gastos.

Todas as igrejas podem se beneficiar com um bom planejamento financeiro, e seguindo essas dicas você terá uma visão mais clara do que precisa ser feito no âmbito de gestão para cumprir seu propósito para o Reino de Deus. Planejar é o melhor caminho para chegar aonde se deseja! 

Imposto de Renda – Faço eu mesmo ou com quem entende?

Os contribuintes já sabem que a declaração deve ser apresentada anualmente, porém como bons brasileiros que somos só pensamos nela no período de Março e Abril de cada ano.

Mas existe uma dúvida que fica no ar: será que esse “Leão” é tão feroz assim? Existe um jargão no mudo contábil que diz que “com um bom contador, o Leão (o fisco) vira “gatinho”. Isso é uma grande verdade!

Abaixo relaciono pelo menos três razões para você contratar um bom profissional de contabilidade para elaborar sua declaração:

É o Contador que esclarece todas as dúvidas

Quando o contribuinte inicia o preenchimento da declaração tudo vai a mil maravilhas, porém é só avançar em seus menus que a complexidade aumenta com os termos técnicos dos mais variados.

Uma informação errada ou em campo errado trará consequências desagradáveis ao contribuinte, pois fatalmente a declaração ficará retida na malha fina.

Muito bem, o que declarar e onde declarar? Adquiri bens, houve resgate de aplicações financeiras, iniciei o pagamento de uma previdência privada de VGBL e PGBL, tenho dependentes, recebi doações, recebi bens por herança. E agora? Saio correndo?

Neste exato momento você pode contar com o contador, o profissional que sanará todas as suas dúvidas e responderá todos os questionamentos advindos das particularidades de sua declaração. Conte com ele!

É este profissional que poderá ajudar a não ter sua declaração na “malha fina”

Conforme mencionado anteriormente, mil dúvidas podem surgir, ainda mais se a declaração for o modelo completo, pois existem diversas situações patrimoniais, diversas fontes pagadoras, aplicações financeiras, dependentes, convênio médico e odontológico, entre outras informações e particularidades.

Todo cuidado é pouco diante de diversas informações. Um deslize, pronto. Sua decalcarão foi premiada. Eu sei você teve boa fé e a intenção não foi dar um “jeitinho”, porém dependendo da informação equivocada e a não correção em tempo hábil, gerará lançamento por oficio pelo fisco que podem chegar a 125% do valor do imposto.

O contador pode minimizar muito o risco do bloqueio da sua declaração. E podemos lhe ajudar. Entre em contato conosco e agende um horário presencialmente, ou online.

Aposentadoria pode ser solicitada pelo celular; veja como

Aqueles que pretendem solicitar a aposentadoria do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) já podem conseguir o benefício sem precisar ir à uma agência. A solicitação pode ser feita através do site ou aplicativo Meu INSS.

A nova modalidade serve para aposentadorias por idade e por tempo de contribuição, que são aquelas que não exigem atendimento presencial.

Antes de solicitar o benefício, o segurado deve verificar seus dados no Cnis (base de dados do governo). Caso haja algum erro, haverá dificuldade na hora da concessão ou cálculo do benefício.

O segurado pode consultar o extrato previdenciário pelo Meu INSS, em “Extrato de Contribuição (CNIS)”. Encontrado algum erro nas informações, é possível fazer a retificação pelo próprio Meu INSS, porém, antes é preciso entrar em contato pelo número 135.

O acesso à correção de dados do Cnis não é permitido pelo o INSS. O instituto informa que a atualização somente é realizada quando é feita a solicitação de um benefício. Quando surge a necessidade de documentação complementar, o instituto faz o cumprimento de exigências. O envio dos documentos pode ser feito pelo próprio Meu INSS ou na própria agência.

Como entregar a documentação

O interessado precisa realizar um agendamento através do telefone 135 ou pelo Meu INSS para assegurar a entrega da documentação. É necessário ter em mãos o número de protocolo do benefício, nome e CPF da pessoa que vai depositar o envelope na urna.

Após agendar o serviço, a pessoa será orientada a observar os seguintes procedimentos para a entrega da documentação:

A urna fica disponível de segunda a sexta-feira, das 7h às 13h.

Vale salientar que, a utilização do serviço de Exigência Expressa não se aplica aos pedidos de antecipação do auxílio-doença. Nesse caso, os documentos só podem ser anexados pelo Meu INSS.

“Cabe destacar que não são aceitos documentos originais e que as cópias não precisam ser autenticadas em cartório. É imprescindível, porém, que estejam legíveis e sem rasuras”, informa o INSS.